Reseña de Budismo: Una Exploración y una Valoración Cristiana, de los autores Keith Yandell and Harold Netland

Una introducción al budismo con algunos pensamientos críticos. Harold Netland and Keith Yandell. Buddhism: A Christian Exploration and Appraisal . Downers Grove: IVP Academic, 2009. xvii + 230 pp. Por lo menos mucha de la versión inglesa de esta reseña apareció en Trinity Journal. Se quieres leer la versión inglesa de esta reseña, puedes ir a la página inglesa del sitio Credible Faith. (En Portugués)

Publicación: Octubre 2010

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Estudantes empreendedores possivelmente se equivocariam do subtítulo do Buddhism: A Christian Exploration and Appraisal (Budismo: Uma Exploração e Avaliação Cristã) por Keith Yandell e Harold Netland como imediatamente sugestivo dessas obras populares em cuja companhia  o som incessante de ditados e generalizações gerais tornam-se depressa cansativo e uma desculpa efetivo por um bom descanso de ler. 'Exploração', depois de tudo, chama à mente o começo duma aventura intelectual, um desincentivo para os já meio familiarizados com as idéias básicas desse gigante chamado Budismo. Seria lamentável, porem, se o livro fosse colocado ao lado em favor dum outro pela essa base.

É verdade que o livro cobre assuntos normais por um texto introdutório. Capítulos 1-3 seguem o desenvolvimento histórico de Budismo, do seu nascimento em Índia a sua transformação contínuo como espalhou por China, Japão, e então o ocidente. Historicamente, os autores começam com o contexto religioso Hindu contra o qual o Budismo, com a sua rejeição da autoridade dos Vedas e dos Upanixades e da existência das almas duráveis, é lançado na saliência mais grande. Capítulo um cobre ensinamentos básicos de Gautama Budista e distintivos de Budismo Teravada, que é contrastado com o desenvolvimento doutrinal da tradição Mahayana no segundo capítulo. O mesmo capítulo situa a evolução e o aparecimento das tradições Terra Pura, Zen, Tibetano, e Vajrayana dentro da expansão geográfica de Budismo no Leste. 

Quanto a Ocidente, o parlamento mundial de religiões em 1898 marcou um ponto de viragem antes do qual o impacto de Budismo de qualquer forma não foi mais do que modesto, a sua impressão mais notável sendo sentido principalmente por Transcendentalistas e alguns intelectuais europeus. Mas a impressão geral que se obte no mover por capitulo 3 é que o movimento de ausência relativa no Ocidente a uma popularidade além do escopo do número real dos seus aderentes não tem sido acompanhado por uma perda de ignorância. A mescla de mídia de massa, popularizações de figuras como D. T. Suzuki e Masao Abe, e simplificações excessivas de Orientalismo e Ocidentalismo. A afinidade de Budismo pela adaptação a crenças locais e adoção de práticas paroquiais, e a conflação do homem comum de cordão particular de Budismo Zen com Budismo em total tem reduzido Budismo na consciência popular ocidental ao tipo de epónimo não esclarecedor que a palavra posmoderno tem em grupos de apologética popular.

Esta miscelânea de influências compreensivelmente deixa o ocidental comum numa névoa de termos e conceitos, por qual até a pergunta básica - o que é Budismo? - é um mistério. A pergunta é pior em dupla pela Cristã, que não apenas precisa saber o que é Budismo, mas como ela deve pensar em Budismo. Para ela, textos introdutórios como este lançam generalizações inúteis que o interagir com o Budista sobre as crenças dele ainda a deixa com a premunição temeroso de estar mudo na sua ignorância. De curso, generalizações são inelutávelmente entrelaçadas na natureza de introduções, mas a razão por isto é que novatos precisam um tipo de taxonomia conceptual e histórica para organizar uma barragem de termos novos num conjunto coerente. Isto, para a Cristã comum ocidental, é especialmente verdadeiro pela mistura desorientando de idéias, nomes, e conceitos que são supostamente concordar numa filosofia aperentemente unificada chamada Budismo. A tentação de introduções é ir além disto, empacotando explanações tecnicas e minúcias históricas que inevitávelmente perdem o leitor e o força abandonar seu novo empreendimento. 

"Eu o soube", ele possivelmente pode dizer, "é todo demais complicado. Farei algo manejável e deixarei isto aos eruditos." Isso é a melhor evidência que uma introdução tem falhado. Quando consegue, o novato põe o livro em baixo numa exibição truculento de satisfação, sentindo-se ambos que entende Budismo, mas somente um fração dele. A diferença é que o autor tem descrevido Budismo tanto que o novato sabe onde sua ignorância cabe na pintura mais grande que entende, e assim não é perturbado por ela. Isto, eu suponho, seria a satisfação de leitores do livro de Netland e Yandell. Suas notas de rodapé liberais colocam ao lado muitos dos assuntos mais pequenos e nutrem a impressão vaga que os autores tem muito mais dizer do que este livro, que é em geral facil a ler, tem espaço, uma impressão justificada pela obra extensa de Netland na historia de religiões e a de Yandell na sua avaliação comparativa.

Este fundo comparativo de Yandell, poderosamente demonstrado na sua obra previa sobre Hume e sobre epistemologia, se mostra a si mesmo especialmente no outro propósito do livro, que é clasificado não somente como uma introdução, mas também como uma avaliação. Sua auto-designação como uma obra de polemica inter-religiosa não é feliz, especialmente se a regra do que é apologético é tão vitriólico como o que pode ser encontrado em obras de novos ateus ou em contos de conversão de ex-evangelicos que tem visto a luz, livros cujo retórico é tão rangindo e cuja argumentação é tão diminuto que alguém os acha valioso principalmente no seu exemplo de como não fazer a tarefa de polêmica inter-religiosa. Em contrasto, a linguagem e o tom desta obra é auto-conscientemente reservada e bondosa, tanto que um Budista lendo-o sairia do livro com o mesmo sentido que um Americano acha por encontrar um outro Americano numa nação de uma lingua completamente diferente, o desejo amigável assentar-se com café e tagarelar sobre o pais que ele conhece, o, no caso do Budista, sobre a sua religião. Essa é a medida de uma boa obra de polêmica inter-religiosa, uma ignorada demais por diatribes populares religiosas na sua busca alcançar o listo de livros mais vendidos, e uma que pode ser encontrada regularmente entre os apologistas melhores de Cristianismo.

Linguagem reservada e bondosa, porem, não substitui pela avaliação honesta, e aqui o livro é no seu melhor. A exposição cuidadosa doutrinal ligada com um examinação filosófico que é rigorosa, porem não demais tecnica, provem o fundo necessário que um Cristão precisa por diálogo evangelistica e o cético por avaliação informada de Budismo. Mas há uma surpresa em estratégia. Os pontos filosóficos tenros de Budismo são apresentados pela luta interna histórica de uma escola Budista contra uma outra, assim despedaçando noções monolíticas sobre a religião e apelos a ela como uma paradigma de tolerância de credo enquanto permitindo os autores sondar assuntos filosóficos através de narrativa histórica. A ironia deste método é que alguém não precisa ser um Cristão para atacar Budismo; Budismo tem atacado si mesmo. Através destas citações repetidas e judicioso de eruditos e figuras centrais históricas, os autores também evitam uma forma de invectiva sustentada desconfortável com caridade cristã. O contraste do último capítulo de Budismo e Cristianismo consegue em remover falsidades modernas que ignoram a disparidade marcada entres as duas religiões. Sua elucidação, por exemplo, de diferenças entre Jesus e Buda deixa nenhum lugar para uma harmonização bom-sentimento que faça as duas figuras religiosas uma parte congruente de uma armação religiosa mais larga. Ou é Jesus ou Buda, mas não ambos.

Devido mais ao tamanho do Budismo do que a falha dos autores, a quantia de material em vezes pode parecer esmagador pela memoria e pelo passo ativo, e mais tarde um leitor possivelmente desejaria que ele tivesse marcado termos no caminho quando o aparecimento repetido de um é demais pela sua recordação. Essa a falha do gênero. A obra considerada como uma inteira é excelentemente planejada e escrita, digna do preço, com boa ligação, e certa agradar um leitor interessado por qual o Budismo tem voado ao redor dele por demais tempo como um dragão não conquistado pelo seu entendimento.

Palabras Clave: Budismo

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